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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Resenha traduzida: The Invention of Wings por Sue Monk Kidd

Resenha traduzida: The Invention of Wings por Sue Monk Kidd - A Tradução Livre

A luta da abolicionista do século XIX e pioneira nos direitos das mulheres Sarah Grimké é o coração do poderoso novo romance histórico de Sue Monk Kidd. Situado – como seu debutante best-seller, The Secret Life of Bees (A Vida Secreta das Abelhas) – no profundo sul da América, onde ela cresceu, The Invention of Wings (A Invenção das Asas) inflexivelmente retrata a brutalidade da escravidão em detalhes vívidos e meticulosos, colocando-o na tradição de romances como Beloved (Amada), de Toni Morrison e relatos em primeira pessoa como 12 Years a Slave (12 anos de escravidão), de Solomon Northup. 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Resenha traduzida: Burnt Island por Alice Thompson

Resenha traduzida: Burnt Island por Alice Thompson - A Tradução Livre

Quando Stephen King acha seu romance “genuinamente assustador” você deve estar fazendo algo certo. Autora de cinco romances anteriores, o sexto livro de Alice Thompson – Burnt Island (Ilha Queimada) publicado hoje pela Salt Publishing – claramente tem toda a esquisitice, energia e estranheza quanto o romance elogiado por King – Pharos.
Frustrado por seu agente, seus rivais literários, sua vida familiar falha e sua inabilidade de escrever best-sellers, o romancista Max Long decide escapar da vida real e se trancar com nada além de sua imaginação para produzir o livro que vai lhe render milhões e apaziguar The Meerkat, seu agente.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Símbolos e Sinais (Symbols and Signs) - Vladimir Nabokov (parte III)

Símbolos e Sinais (Symbols and Signs) - Vladimir Nabokov - A Tradução Livre

Link Parte I, clique aqui: http://goo.gl/FGxhmJ
Link Parte II, clique aqui: http://goo.gl/V8iapT

Era quase meia-noite quando, da sala de estar, ela ouviu seu marido gemer, e logo ele cambaleou até lá, vestindo sobre sua camisola o velho sobretudo com o colar de astracã que ele preferia, mais do que seu bom roupão azul.
“Não consigo dormir!” ele exclamou.
“Por que não consegue?” ela perguntou. “Estava tão cansado.”
“Não consigo dormir porque estou morrendo,” ele disse, e se deitou no sofá.
“É o seu estômago? Você quer que eu ligue para o Dr. Solov?”
“Sem médicos, sem médicos,” ele gemeu . “Para o inferno com doutores! Nós devemos tirá-lo de lá rápido. De outra forma, seremos responsáveis... Responsáveis!” Ele se atirou em uma posição sentada, ambos os pés no chão, batendo em sua testa com seu punho cerrado.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Símbolos e Sinais (Symbols and Signs) - Vladimir Nabokov (parte II)

Símbolos e Sinais (Symbols and Signs) - Vladimir Nabokov - A Tradução Livre

Link Parte I, clique aqui: http://goo.gl/FGxhmJ

Quando eles emergiram do sujo ar do metrô, as últimas luzes do dia se misturavam com as luzes da rua. Ela queria comprar alguns peixes para a janta, então ela deu a ele a cesta de frascos de geleia, dizendo-o para ir pra casa. Assim, ele retornou para seu cortiço, andou até o terceiro patamar, e então se lembrou de que havia dado suas chaves a ela mais cedo naquele dia.
Em silêncio, ele se sentou nos degraus e em silêncio se levantou quando, uns dez minutos depois, ela veio caminhando pesadamente pelas escadas, sorrindo palidamente e balançando sua cabeça em desaprovação à sua tolice. Eles entraram em seu apartamento de dois cômodos e ele foi diretamente ao espelho. Tencionando os cantos de sua boca usando seus dedos, com uma horrível careta, ele removeu sua nova e terrivelmente desconfortável placa dental. Ele leu seu jornal em russo enquanto ela punha a mesa. Ainda lendo, ele comeu os pálidos mantimentos que não precisavam de dentes. Ela sabia de seu humor e também ficou quieta.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Símbolos e Sinais (Symbols and Signs) - Vladimir Nabokov (parte I)

Símbolos e Sinais (Symbols and Signs) - Vladimir Nabokov - A Tradução Livre

Pela quarta vez em muitos anos, eles se confrontaram com o problema de qual presente dar para um jovem que era incuravelmente desordenado em sua mente. Desejos ele não tinha. Objetos feitos pelo homem para ele eram ou abrigo do mal, vibrantes com sua maligna atividade que somente ele percebia, ou grosseiros confortos a que nenhum uso poderia ser encontrado em seu mundo abstrato. Após eliminar vários artigos que poderiam ofender ou assustá-lo (qualquer coisa na linha de aparelhos, por exemplo, era um tabu), seus pais escolheram uma singela e inocente guloseima – uma cesta com dez diferentes geleias de frutas em dez diferentes frascos.
atraducaolivre.blogspot.com.br no linkto